quinta-feira, 16 de maio de 2013

RETRATO DAS BRASILEIRAS E DAS BAIANAS



Retrato das Mulheres Brasileiras







Dados levantamentos pelo IBGE, entre 2001 e 2009, a proporção de famílias brasileiras chefiadas pelas mulheres cresceu 35%, aproximadamente. Nos dados mais recentes do instituto, quase 22 milhões de famílias declararam a mulher como esteio familiar.


O mercado formal conta não apenas aqueles que têm carteira assinada, mas também empregadoras ou trabalhadoras por conta própria que contribuem para a Previdência. Entre 1999 e 2009, o percentual de trabalhadoras formais subiu de 41,5% para 48,8%.


Para alguns economistas, a alta ocupação no segmento informal pelo sexo feminino ocorre, dentre outros motivos, pela dificuldade de encontrar o primeiro emprego formal, em que possam conciliar trabalho e estudos, e o retorno de aposentadas ou pensionistas ao mercado de trabalho , para reforçar a renda.


Outra desigualdade marcante é visível dentro de casa. As brasileiras continuam como as principais responsáveis pelas atividades domésticas, cuidados com os filhos e familiares: gastam o dobro da média de horas despendidas pelos homens nos afazeres domésticos - 22 horas semanais contra 9,5 horas dedicadas por eles.



Retrato das Mulheres Baianas






A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgou na edição especial da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Região Metropolitana de Salvador (PED/RMS) o retrato da situação da mulher baiana no mercado de trabalho.


Pelo quinto ano consecutivo reduziu o desemprego da população feminina, passando de 25,3%, em 2007, para 24,1%, em 2008. Entretanto, no mesmo período, a redução da taxa de desemprego para a população masculina foi mais intensa, chegando a 16,5% no último ano. Em 2008, a diferença entre as taxas de desemprego da população masculina e feminina foi de 46%, sendo que em 2007 era pouco mais de 37%.

Em razão do crescimento mais acentuado do nível de ocupação entre as mulheres, a sua participação no total de ocupados resultou em ligeiro aumento, passando de 46,3%, em 2007, para 46,9%, em 2008.



 



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