A relevância do tema “A mulher no
Mercado de Trabalho” serve de alerta para uma
nova tendência de mercado que vem se delineando.
Nos últimos anos, as mulheres vêm
deixando para trás a posição de irrelevância social que a sociedade lhes
conferia. A ideia do homem como único provedor e chefe de família vem perdendo
força.
As mulheres enfrentam muitos desafios para adaptar “afazeres puramente femininos”, como cuidar de casa e da família, e administrar o tempo a favor de suas atividades, para que as questões familiares não entrem em conflito com as profissionais e sociais.
As maiores dificuldades de obtenção
de um trabalho remunerado enfrentadas pelas mulheres com filhos pequenos
indicam que a maternidade é, muitas vezes, um obstáculo para o mercado de
trabalho, tanto do lado da demanda, por dificuldades de encontrar um posto que
lhes permitam conciliar as funções de mãe e de responsável pela casa, quanto
pelo lado da oferta, que associa, de forma simplista e discriminatória, a
contratação de mulheres mães e em idade reprodutiva a maiores gastos com
encargos trabalhistas.
A discriminação à mulher torna-se mais
evidente, pois não se trata de uma questão apenas de ordem econômica, mas de
cunho social e cultural, constituindo, a partir daí, representações sociais a
respeito da mulher nos mais variados espaços, seja na família, na escola,
igreja, nos movimentos sociais, e na sociedade como um todo.
Nas últimas décadas do século XX, a
sociedade presenciou a inserção da mulher no mercado de trabalho. Contribui
para isso o aumento a da escolaridade feminina, a redução do número de filhos
nas famílias e as mudanças nos padrões culturais, que estimulam as mulheres a
trabalhar. Mas apesar de ser maioria da população e ter mais tempo de estudo,
as brasileiras ainda são minoria no mercado de trabalho e ganham menos que os
homens.
O trabalho não remunerado da mulher,
especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado pelo nosso
senso e não possui valorização social. Necessariamente, a análise da situação
da mulher no mercado de trabalho passa por uma revisão das funções sociais da
mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja trabalho e as
formas de mensuração deste.

Prezad@s, creio que o blog de vocês está muito carregado com o número de matérias. Essa divisão por temas está juntando muitas matérias da internet num só tópico e sem a análise de vocês. Ao invés de postar várias matérias, em cada tema que desejarem abordar, escolham uma matéria mais significativa e no próprio post façam a análise.
ResponderExcluirO blog não deve ter uma estrutura de trabalho acadêmico, mas de blog. Deve ser um material de fácil leitura, como toda mídia on-line. Distribuam a análise que fizeram num só post pelas postagens com matérias.